Podia chamar-lhe "desabafo".

2 comentários:
Arriscar era mesmo necessário. Sentir o sabor de um novo beijo, ouvir um novo sussurro ao ouvido e mergulhar num novo perfume. Repetir a dose quantas vezes fosse preciso; arriscar sempre e nunca se arrepender.
Arriscar era mesmo necessário nem que fosse para matar o desejo e livrar-se da confusão na minha cabeça. Permitir-se. Entregar-se. Chorar novamente, se assim for necessário. Mas arriscar, porque se não arriscarmos tudo segue um plano monótono e vira rotina.

É impossível, disse o orgulho. É arriscado, disse a experiência. É inútil, disse a razão. Dá nem que seja uma única oportunidade, sussurrou o coração.