" O fruto proibido é sempre o mais apetecível"

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Eles estavam só a conversar à entrada do apartamento, como habitualmente. Até que ele decidiu aproximar-se, afastar o cabelo dela e trincar o seu pescoço de uma forma completamente irresistível. Seguiram-se beijos longos, doces, atrevidos e, no fundo, muito apaixonados. As mãos dele desceram até à sua cintura e apertaram-na, puxando-a para mais perto dele. Pouco a pouco subiram para debaixo da camisola, enquanto ele conduzia-a para o outro lado, onde ninguém os visse, nunca separando os lábios. Inesperadamente a camisola dela já estava no chão e eles continuaram a insistir naquilo que era errado.


"Desculpa coração, terás de ser forte: já me apeguei".

Não querendo, eu quis!

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Eu sei que essa coisa de escrever sobre alguém que nos faz falta é um pouco mimimi, mas faz parte de mim ser assim e dadas as circunstâncias, não há mesmo forma de negar.
Cada poro do meu corpo transpira saudade de ti. Transpira a falta de momentos a teu lado e o desejo de querer voltar atrás. Continuo a ver as nossas fotos e a relembrar como era a nossa amizade e que, basta tu quereres, pode voltar. A questão não é eu não querer aceitar o facto de as coisas terem mudado, mas sim que elas mudaram por tua livre vontade.


É incrível só agora eu perceber que contento-me com pouco. É absolutamente ridícula esta minha mania de aceitar uma migalha de pão quando pode ter o pão todo. Apeguei-me a ti assim que surgiu aquela primeira faísca de sentimento e nem quis esperar que o fogo consumisse toda a madeira.
Da última vez que a chuva caía, nós estávamos nos braços um do outro a deliciar-nos com carícias mútuas e tudo parecia perfeito, mas agora olho pela janela e por mais que chova tu não estás aqui. Não abandonas o meu pensamento. Nunca foste só alguém que eu conheci, foste sempre a pessoa que eu conheci e temia perder. Apaixonei-me por alguém que sempre esteve presente, independentemente das circunstâncias ou dos obstáculos. Sinto a tua falta como de alguém que conheci, que foi e não voltou. Assim como a Lua sente a falta do Sol durante a noite e o Sol da Lua durante o dia.
Encontro-me mergulhada numa nostalgia imensa, numa sensação de saudade de um tempo há tão pouco vivido, ridiculamente idealizado por mim e banalizado por ti. Sinto-me presa a algo que já não tenho. Sinto-me dona daquilo que não é meu. Sinto-me a arder nesta melancolia do que veiu e foi, do que prometeu e não cumpriu, do que era e já não é, do que eu quero que volte e permaneça.
A verdade é que ambos queremos o mesmo. Vamos esquecer qualquer sentimento e mergulhar só na loucura. Não vamos dar definição. Vamos só envolver-nos. Eu quero. Tu queres. Nenhum de nós nega. Vamos envolver-nos antes que eu me engasgue com esta saudade e drama, drama e saudade. Tudo o que me ofereces neste momento. Ou aquilo que um dia ofereceste.
Deixa-me estar aqui com esta saudade, com estes ciúmes e com todos este amor. Deixa-me guardar todas as minhas poesias no peito para não esquecer. Deixa-me enlouquecer sozinha pois já nada em mim faz sentido e até as palavras tornam-se contraditórias e confusas. Deixa escrever mesmo que tu não leias, mesmo que tenhas olhos cegos e ouvidos surdos. Deixa escrever porque é a única forma de aliviar o meu peito.
Não esperes que eu admite. Não esperes que eu lute. Não esperes que vá confessar-te tudo. Deixa-me só embalar-me nesta história tão errada.

Poucos, mas os melhores do mundo. #amigos

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«Plantei sementes de amizades sinceras e hoje colho os frutos doces de ter amigos verdadeiros.»
Aurélia Vasconcelos


No meio de tantas idas e vindas, no meio de tanta volta na minha vida, no meio de tantas caminhadas, eu encontrei pessoas que me mostraram que ainda é possível acreditar em amizade verdadeira e que me mostraram que, mesmo nos dias de hoje, a união e a confiança continuam a ser importantes, muito importantes!
Percebi que irmãos não precisam de ser de sangue. Amo-vos e só tenho a agradecer por tudo. 

Excertos do nosso passado.

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Não sei bem se isto é tortura, mas é bom.
Cortaste a corda que me amarrava à esperança e sinto-me obrigada a precipitar-me a correr noutras direções, momentaneamente impulsionada por um sentimento de pura liberdade que, na verdade, nem existe.
Ignoraste-me e deixaste-me às escuras sem tão-só um nome teu. É, agora eu sinto.
"Isto tudo ainda é presente. Eu ainda não esqueci."
"Irás acabar por te esquecer."
"E se eu não quiser?"
"Não me parece que tenhas alternativa."
Tinhas razão, eu nao tenho alternativa. Na verdade, nunca tive.
Tu foste, eu fiquei. Tu esqueceste... E agora eu também.