Um (re)encontro inesperado.

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Outrora eu imaginava como seria se um dia nós nos cruzássemos por aí. Sinceramente, a imagem que via era passarmos uma pela outra e seguirmos como se nada fosse, continuaríamos a andar sem olhar para trás e tudo iria correr normalmente. Enganei-me. Enganei-me e muito!
Quando te vi a caminhar no mesmo caminho senti-me perdida. Senti-me nervosa como nunca, sem saber o que fazer nem como agir; algo em mim puxava-me para trás, como se eu tivesse inevitavelmente de ir na tua direção e dar-te um abraço, outra parte de mim dizia-me para ignorar, fingir que não é nada, fingir que não te conheço. Deixei-me levar por este segundo instinto e arrependi-me assim que te vi a desviar para outro caminho.
O destino está a tentar mostrar-nos algo importantíssimo e nós continuamos a fechar os olhos intencionalmente. Oxalá não seja tarde. Oxalá não seja mais um erro.


Viver de forma justa

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Eu sou a favor do jogo limpo e agora, mais do que nunca, percebo que isso é de facto fundamental.
Se algo magoou-te, diz. Se tens algo entalado na garganta, cospe cá para fora. Se algo está te incomodando ou apertando, afasta-te.
Fica tudo tão mais simples se for feito de forma justa e verdadeira.


Confiança (ou a falta dela)

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Vejo pessoas a trocar vidas por histórias de dias, momentos por meras palavras e pessoas de sangue por desconhecidos.
Estou assustada. Começo a pensar que não se pode confiar em ninguém e que os mais próximos são os primeiros a apunhalar-nos.


Quero ir para longe daqui e levar comigo apenas ele.

#frio.

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ADORO este tempo! Adoro mesmo.
Chuva, frio, geada... roupinha quente, muitos casacos, cachecóis.
Nada melhor, pelo menos para mim.

A culpa é mesmo da saudade?

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Não, a culpa não é da saudade. A culpa é minha e tua. Tua por teres feito com que eu me sentisse amada e minha por te prender em mim e não querer soltar de forma nenhuma.
As pessoas que falem; que julguem o quanto quiserem. Se a escolha errada me faz feliz, então errar é a escolha acertada para mim.


A culpa é da saudade!

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Eu sempre achei essa coisa de despedidas a mais dolorosa de sempre. Dar aquele sorriso forçado fingindo que está tudo bem, quando estamos completamente destroçados.
Disseste que não me ias deixar, que me ias amar estando longe ou perto, que aquele romance não teria fim e que eu seria tua para sempre. Onde estás tu agora? Não é que o teu amor tivesse acabado, pois duvido que isso seja um mistério para ti também, mas é que partiste quase sem te despedires; deixaste apenas uma mensagem: "Olá fofinha. Desculpa não te ter dito nada ontem, mas é que foi um dia ocupado e hoje tive que abalar de portugal cedo. Nunca te esqueças que estarei sempre aqui para ti e que por mais tempo que não te veja eu amo-te, e terás sempre um lugar no meu coração. Beijinhos grandes amor(...) ".  Será isto verdade? Queria só uma certeza de que aí, do outro lado do planeta, tu ainda pensas em mim nem que seja de vez em quando e que te lembras do meu cheiro, da forma como eu te olhava, das lágrimas que deitei, dos sorrisos que tu fizeste nascer, de tudo!
Poderíamos estar juntos agora. Ver um filme juntos. Cozinhar o nosso jantar, queimar tudo e rir. Podíamos sair e ir passear. Podíamos ir à discoteca e aproveitar para dançar assim como queríamos outrora e não soubemos aproveitar. Podíamos fazer milhões e milhões de coisas, mas não; estamos longe sem esperanças nenhumas.
Espero que os céus saibam olhar por mim, pois eu desisti de lutar contra um sentimento que já não sei mais controlar. Desisti de lutar por esta paixão; esta chama que o tempo não soube apagar e que queimou-me por completo.