Just an insecure girl.

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Estou mal. Estou desiludida e desapontada. Não é superficial, é sofrimento.
As pessoas dizem que existem dias em que nada vale a pena, mas para mim esses dias tornaram-se longos demais e parecem não ter fim. Tornou-se tudo insignificante e a minha vida resumiu-se a uma mínima parte que já não interessa a ninguém. A ninguém!
O que eu mais quero é sair deste clima e recuperar a minha auto-estima, urgentemente. Quero acordar, olhar-me ao espelho e sorrir porque o meu reflexo agrada-me, mas a questão é que nada tem resultado e parece que só piora de dia para dia. Eu sei que só preciso de curar-me por dentro e acreditar que depois desta tempestade virá um arco-íris bonito.



Pedras e paus podem partir ossos, mas nada magoa tanto como sentir-se inferior e insegura, nem mesmo quando os teus pulsos estão a sangrar, novamente.

Pela segunda vez.

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Sozinha. Quebrada. Estilhaçada. Magoada. Ferida. Traída. Incapaz de respirar. Não consigo encontrar mais adjetivos que descrevam a forma como me sinto neste momento.
Nem sempre trair significa ir com outro e beijá-lo. Trair significa magoar alguém que confia em nós; partir o coração dessa pessoa. E olha só que coincidência, pela segunda vez tu fazes-me isto.
Desta vez eu não vou chorar. Vou controlar-me e dizer a toda a gente que estou bem. Quando for para a cama, vou fechar os meus olhos e dormir; caso não adormeça, vou continuar a tentar. Não vou chorar mais agarrada a almofada. Não vou ouvir as nossas músicas, lamentar-me e pensar como poderia ter sido. Agora vou só desligar-me deste mundo falso e cruel e seguir em frente, só por mim, não por ninguém. Vou esquecer-te, leve o tempo que levar, e numa dessas voltas que a vida dá, eu estarei pronta a confiar novamente em alguém, mas não tão cedo.
Tu traiste-me, mas o que eu fiz foi bem pior. Eu fui verdadeira e fiel até ao fim, sem tu mereceres.


«Impossible».

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Ela sentia-se sozinha e com muitas saudades. Ela sabia que ele nunca ia ler a carta que ela escrevera para ele, mas talvez essa fosse a razão pela qual ela escrevia. Ela apaixonou-se.
A carta continuava lá na gaveta, guardada, de forma a que ninguém a encontrasse. O texto era simples:

"Olá, amor. Desculpa chamar-te assim, mas é que ainda não me acostumei à tua partida. Quero que saibas que aquele curto período de tempo que passei a teu lado foi ótimo e eu tenho saudades tuas. Foi aventureiro e o facto de ser tão impossível tornou-se ainda mais especial e mais apetecível para mim. Queria ter-te só para mim e de uma forma completa. Por todo este amor que vive dentro de mim, peço-te só um favor, não esqueças tudo aquilo que dissemos um ao outro, aquelas lágrimas que tu viste escorrer pelo meu rosto e o abraço que me deste como forma de despedida. Não esqueças aquilo que viveste comigo, por muito curto que fosse. Não esqueças, meu bem, peço-te. Tu sabes bem que faz-me muita falta o teu sms de bom dia, o teu sorriso que me fazia sorrir e outras certas coisas que fizeram nascer e crescer este sentimento. Termino esta carta aqui, chorando, com um pouco de esperança que o destino dê um jeitinho nas nossas vidas de forma a que voltemos a encontrar-nos, livres de alguém alheio e relembrando aquele casal que nós deixamos de ser ainda antes de sermos. Não me perguntes porque me sinto assim. Nem eu sei. Amo-te."

Ela começou a chorar novamente. Maldita saudade! Ela queria-o de volta. Dizia-o e repetia milhares de vezes. Ela queria-o novamente. De trás para a frente. De frente para trás. De canto. De lado. De cima. Fosse da maneira que fosse. Ela estava a desesperar e queria ouvir a sua voz. Queria vê-lo.

Passado é passado.

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O problema não estava em mim, estava em ti. Estava em ti porque tu é que nunca deste valor àquilo que tinhas e sempre que eu decidia confiar novamente em ti, tu fazias questão de fazer com que eu me arrependesse. Eu não mandei mensagens e não liguei. Eu não fiz nada. Sabes porque? Porque seria estupidamente estúpido da minha parte se eu o fizesse, depois de voltares a esfaquear-me nas costas. Eu não sinto mais saudades tuas. Sinto saudades de alguns momentos, mas não queria revivê-los a teu lado. Sentir saudades para quê? Não vou sentir saudades de alguém que me fez sofrer vezes e mais vezes. Hoje dizes que choras por mim e eu, sinceramente, queria pagar para ver-te a chorar. É tão bom saber que estas a sentir tudo o que me fizeste sentir durante todo este tempo.
Eu estive a teu lado a apoiar-te. Estive lá para ti quando o mundo à minha volta desabava. Eu sempre desisti de tudo, excepto de ti, e tu retribuíste-me com nada, sim, com nada! Agora eu faço falta, pois claro. Mas é tarde demais. Não quero ouvir mais as tuas falsas declarações de amor eterno e que não dura mais do que uma semana.
Tudo o que eu te desejo é saúde, nada mais. E se um dia encontrares-me por aí, cumprimenta-me e depois segue em frente. Peço-te. Faz como sempre fizeste: segue em frente sem te importares com quem deixaste para trás.