Uma nova etapa.

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Hoje estava sentada num bar com amigos e eles começaram a falar de amizades do passado. Lembrei-me de ti e senti-me um pouco em baixo, mas depois apercebi-me que, na verdade, eu não queria a tua companhia ali. De repente, ouvi soar a nossa música vinda da aparelhagem do bar. Fiquei triste novamente e bateu uma saudade, mas depois a música acabou e começou outra, gostei do ritmo da música nova e percebi que a melhor escolha era aquela, era seguir em frente. Não estou a dizer que superei, pois as feridas ainda continuam comigo e servem de baliza para reconhecer este lado mais fresco das coisas. A questão é que tenho de caminhar para o futuro em vez de tentar recuar para o passado.
Meias verdades, meias vontades, meias saudades. Viver pela metade é uma autêntica ilusão e eu já aprendi-o. Vou tirar estas meias e caminhar descalça pelo chão.
Eu aprendi a molhar-me, agora posso passear à chuva sem medos.


Quero agradecer, em especial, às pessoas que estão comigo, que me têm apoiado e ajudado em tudo.
OBRIGADA, sem vocês não seria a mesma coisa. 

( Cristiano L, Adriana G, Luísa F, Rita V, Manel A, Pedro M e Débora C. )

Aquele vazio dentro de mim.

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Fingir que não doeu. Fingir que me passou ao lado e não me afetou nem minimamente. Nos últimos dias acordo e finjo estar tudo bem, mas tudo termina com lágrimas e uma dor mais forte. Sinceramente, eu até já me acostumei, pois o mal está em mim. Eu crio expectativas em pessoas que sei que nunca iriam tornar o meu sonho realidade. E mais uma vez, sento-me naquele canto e choro em silêncio. Choro tudo o que há dentro de mim, num silêncio absoluto, constrangedor. Parece que somente aquelas luzes apagadas me entendem. Depois saio, visto o meu orgulho novamente, digo-te que estou bem e tu nem te questionas se é mesmo verdade. Bem dizem as pessoas que por vezes nem estamos mal, nem estamos bem; estamos vazios, apenas vazios.